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Um trabalho pouco conhecido no Brasil. Leia sobre o assunto e visite galerias de fotos. |
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80 Por
Hora Suas noite de segunda-feira na companhia de Fábio Flores e Léo Cobal |
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Caminho do
Céu Patrimônio da Penha, por Leonardo Picinati e Maíra de Souza |
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Viver Sem Fronteiras As barreiras arquitetônicas e atitudinais que as pessoas cegas Fotodocumentarismo, trabalho de Conclusão do Curso de Jornalismo 2007/2. Leia o Pré-Projeto e veja as fotos. |
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O Olhar do Morro dos Alagoanos O Morro dos Alagoanos e suas diversas faces |
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Fotodocumentarismo?
Ver, reler o cotidiano e capturar em imagens os momentos. Quem sabe essa
seja uma das grandes inovações que nos fascinem em fotografia. Porém, o que
é a fotografia? Para que serve? Por que fascina? Qual sua importância e
porque ela será à base do meu trabalho? Para entender melhor sobre o
fascínio que a imagem exerce sobre as pessoas é preciso entender o que ela
representa em nosso cotidiano.
“[...] refere-se a uma fotografia que busca a documentação social, tem como seu universo de investigação os homens, suas especificidades culturais, suas condições de moradia e de trabalho, suas práticas religiosas e suas formas de lazer, numa determinada época.” (ACHUTTI, 1997, p. 31)
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[...] os Estados Unidos se constituíram num fértil terreno para o
desenvolvimento da fotografia em geral, não só [do fotojornalismo] da
fotografia de documentação. [...] Também é importante o registro de que
prosperaram as iniciativas quanto à consolidação de uma fotografia
americana de inspiração pictórica (fotógrafos que buscaram imitar
a pintura). Prosperou ainda a chamada straight photography, uma
fotografia objetiva, “realista”, que se impôs como uma estética própria,
independente das tradições da pintura acadêmica, que consagrou mundialmente
alguns “amigos da natureza”, mestre na documentação das paisagens naturais.
Essa prática jornalística consolidou-se na década de 30, depois da
Fotografia e do Fotojornalismo. Teve um início natural porque as pessoas
faziam sem a intenção de “tocar” os outros. As fotos eram tiradas das
cidades, das pessoas que moravam nela e das diferentes etnias existentes.
Nesse campo, o capixaba Sebastião Salgado é muito conhecido e competente.
(SOUSA, 2004. p. 12). Seu estilo é classificado como “humanista”. Dentro dos
estilos, também temos o “pura criação”: que é algo muito bem produzido e
pré-aprovado e por fim, pode ser feita com a “verdade interior”: aproximação
do fotografo com o objeto ou pessoa a ser fotografada.
A
documentação é um enfoque e não uma técnica; é uma afirmação e não
negação... A atitude de documentar não é o rechaço de elementos plásticos,
que devem seguir sendo critérios essenciais em toda a obra. Somente dá-se a
esses elementos seu limite e sua direção. Assim, a composição se transforma
numa ênfase, e a precisão da linha, o foco, o filtro, a atmosfera – todos
esses componentes que estão incluídos na sonhada penumbra da “qualidade” -,
são postos a serviço de um fim: falar, com tanta eloqüência quanto for
possível, daquilo que deve ser dito na linguagem das imagens. (STRYKER, in
Achutti, 1997, p. 30)
Neste momento faz-se necessário o questionamento da importância do
fotodocumentário e porque ele serviria como base para o meu trabalho? Para
Sousa (2004, p. 11) além de todas as conotações que o fotodocumentário possa
receber, ele pode ser entendido de uma forma lata como uma ferramenta que
tem a finalidade de informar. O fotodocumentarismo trabalha em termos de
projeto fotográfico. Além de que, “[...] um fotodocumentarista procura
fotografar a forma como esse acontecimento afeta as pessoas.” (SOUSA, 2004,
p. 12). Como minha tentativa neste trabalho de pesquisa é mostrar através da
fotografia quais são as barreiras arquitetônicas e atitudinais que as
pessoas cegas encontram no dia-a-dia, a técnica fotodocumentário parece-me
pertinente vez que, conforme bibliografia consultada me possibilitará
capturar com maior exatidão quais são essas barreiras.
Fim. |
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